Se há questão que me têm importunado nos últimos dias, é se o robot de cozinha deve ser vista como um precioso auxiliar da dona de casa, ou pelo contrário, como um usurpador de merecidos méritos e castrador do elogio à dona de casa, elogio esse que deve ser visto como o combustível de uma máquina bem oleada chamada lar."Mas o FERRARI sem o Schumacher não sai da box", dizem uns. Pois eu não consigo deixar de ver estes motores de cozinha como aquele novo colega que chega para nos auxiliar e libertar de algum do trabalho e acaba por nos roubar o lugar.
Cara dona de casa, se alguma se sentir ameaçada por esta obra do Demo e expoente máximo de falsidade, antes de o deitar fora prepare o repasto mais apreciado pelos seus e deixe lá uma meia, peúgo ou soquete. Quando questionada pelo acontecimento, responda-lhe que deve ter sido quando esta esteve a apanhar a roupa que deixaram espalhada no chão da sala.
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